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Juvenis perdem com Setúbal

Numa manhã chuvosa no campo 2 do Real SC, a equipa de Juvenis “A” somou a quarta derrota consecutiva na série D do Campeonato Nacional de Sub-17. O adversário foi o Vitória FC – SAD e o resultado afixou-se em 2-1.

“Foi um bom jogo com duas boas equipas aqui em campo. Foram outra vez os pormenores que contaram”, referiu Tiago Teixeira, treinador da equipa, logo no final do jogo.

A primeira parte acabou por se tornar num jogo de conhecimento para os jogadores. Não houve golos, mas foi sempre a equipa do Real SC a tomar as rédeas do encontro. Apenas faltava a eficácia e uma pontinha de sorte.

Apesar do resultado, temos de nos agarrar ao bom futebol, à boa circulação.

Tiago Teixeira

Mesmo por cima do encontro, ainda havia alguns aspetos a melhorar e foi por isso que, depois do intervalo, o número 7 Loureiro acabou por render Bolas.

O jogo continuava a mostrar um Real SC a conseguir condicionar uma equipa de topo da tabela classificativa e o golo acabou mesmo por surgir.
Aos 51 minutos, Amadú Baldé saltou mais alto que os outros na sequência de um canto e inaugurou o marcador. Fazia-se assim a festa entre os mais novos.

O jogo da equipa da casa mantinha-se nas mesmas bases, dentro de um futebol muito apoiado e com o ponta de lança a jogar de costas para a baliza, mas faltou a capacidade para aguentar o resultado e gerir o jogo. A equipa do Vitória FC – SAD conseguiu conquistar uma grande penalidade convertida com sucesso por Rodrigo Grenha e estava feito o empate.
Se o empate já fazia tremer a equipa, o verdadeiro balde de água fria- que se juntou à chuva que começava a cair – veio com o grande golo da equipa visitante. Rodrigo Dias, de fora da área, atirou um míssil indefensável para Fernando Schmelz e o sonho acabou por cair por terra.

Uma reviravolta que colocou em causa tudo aquilo que o Real SC tinha feito até então e nem as substituições operadas por Tiago Teixeira deram um maior alento à equipa.

Fica assim um jogo em que os dados positivos prendem-se na qualidade de jogo e naquilo que isso pode trazer para o futuro. “Temos de nos agarrar às coisas positivas e trabalhar porque não há tempo a perder”, concluiu Tiago Teixeira.

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